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  • Página Inicial | Abeth Na Pista

    Conheça a ABETH A Associação Brasileira de Estudos da Trans-Homocultura (ABETH), fundada em 2001 e sediada em Belo Horizonte, é uma organização científica nacional e sem fins lucrativos que tem por objetivos: I - contribuir para o desenvolvimento dos estudos científicos comprometidos com traçados epistemológicos, políticas educacionais, questões contemporâneas, dentre outras complexidades sociais, em favor da inclusão das diversidades sexuais, étnicoraciais e de gênero no Brasil. II – realizar eventos permanentes de discussão e intercâmbios, nacionais e internacionais, de experiências sobre visibilidade das diferentes expressões da diversidade sexual, étnico-racial e de gênero no Brasil e no mundo, em prol da internacionalização da ciência; Ill - incentivar pesquisa, em diferentes áreas do conhecimento, estimulando múltiplas abordagens da diversidade sexual, étnico-racial e de gênero. A ABETH se rege pelo princípios da solidariedade, equidade, liberdade, legalidade, transparência e responsabilidade na gestão do seu patrimônio, defesa intransigente da democracia e dos Direitos Humanos, interdisciplinaridade, repúdio a toda e qualquer forma de preconceito e discriminação, reconhecimento pleno e garantia dos direitos sexuais e reprodutivos, e valorização da diversidade. Em sua trajetória, a instituição realizou doze encontros internacionais, consolidou a Revista Brasileira de Estudos da Trans-Homocultura e mantém uma participação ativa em debates nacionais. Ao defender a liberdade científica, o Estado laico e a autodeterminação dos corpos, a ABETH atua como entidade representante de pesquisadoras, pesquisadores e pesquisadories LGBTQIAPN+ e aliades na promoção dos direitos dessa população, respeito ao conhecimento eticamente implicado e na consolidação da democracia brasileira a partir do enfrentamento a todo tipo de opressão, dominação e exclusão, do reconhecimento das múltiplas identidades de gênero, sexuais e étnico-raciais e do seu compromisso feminista interseccional. Siga-nos em @abeth_brasil Load more Conecte-se Login

  • Eventos | Abeth Na Pista

    Eventos ABETH 12º CINABETH Certificados de participação já disponíveis Já estão disponíveis os certificados de participação para todas as pessoas credenciadas no 12o Congresso da Associação Brasileira de Estudos da Trans-Homocultura. O evento aconteceu de 25 a 30 de novembro de 2025, em Brasília, reunindo mais de 300 pessoas que atuam no campo dos estudos de gênero e sexualidade, com especial atenção aos saberes produzidos a partir das dissidências sexuais e de gênero. ACESSE AQUI Confira a PROGRAMAÇÃO COMPLETA PROGRAMAÇÃO FINAL Eventos Anteriores Abeth na pista : Pensando Gênero e Sexualidade em Pernambuco Saiba mais Abeth na Pista : Encontro de pesquisadories LGBTQIA+ e aliades de São Paulo Saiba mais Abeth na pista : Pensando Gênero e Sexualidade em Pernambuco Saiba mais Abeth na Pista : Encontro de pesquisadories LGBTQIA+ e aliades de Brasília Saiba mais

  • Abeth na Pista Pernambuco | Abeth Na Pista

    Boas vindas A Associação Brasileira de Estudos da Trans-Homocultura (ABETH), por meio de suas ações de preparação para o XII Congresso Internacional de Diversidade Sexual, Etnicorracial e de Gênero, tem apoiado eventos locais intitulados ABETH na Pista. Em Pernambuco, a Universidade de Pernambuco e a Universidade Federal Rural de Pernambuco, por meio da articulação dos grupos de pesquisa Direito do Trabalho e os Dilemas da Sociedade Contemporânea (DiTra), Núcleo de Estudos Queer e Decoloniais (NuQueer) e Grupo Asa Branca de Criminologia (Unicap), promoverão o evento ABETH na Pista - Pensando Gênero e Sexualidade em Pernambuco. Calendário Programação Boas-vindas Abeth Alexandre Bortolini (Presidente) Mesa-Redonda (das 9h às 12h) Elaine Nascimento (Fiocruz Teresina) Regina Alice Rodrigues Araújo Costa (OAB-PE) Roberto Efrem (UFPB) Samantha Vallentine (Natrape/UFPE) Sandro Cozza Sayão (UFPE) Simpósios Temáticos Presenciais (turno vespertino – das 14h às 17h) Direitos Humanos e Interseccionalidade nas Relações Étnico-raciais, Gênero/Sexualidade e Classe Elaine Ferreira do Nascimento (PPGPP/UFPI - Fiocruz Piauí); Liana Maria Ibiapina do Monte (Fiocruz Piauí); Giorge Andre Lando (FCAP/UPE) Coordenação: O presente simpósio tem como objetivo selecionar trabalhos que explorem os significados atribuídos a raça/etnia, gênero/sexualidade e classe na perspectiva do conceito de interseccionalidade dos eixos estruturais de opressões. Operando em sentidos tanto inclusivos quanto exclusivos, os referidos eixos de opressões atuam no interior dos discursos científicos, políticos e culturais produzindo processos de exclusão particulares que são barreiras no acesso aos direitos humanos. Todavia, nosso simpósio busca apresentar a interseccionalidade como uma ferramenta com grande potencial para melhor compreender esses processos, mitigá-los e quiçá estimular a adoção de formulação de políticas públicas com esta diretriz, permitindo que a sociedade se confronte com o seu passado de exclusão para criar um presente de oportunidades e um futuro baseado nos direitos humanos de forma ética, respeitosa e acolhedora. Título: Linguagens não-binárias no Brasil Coordenação: Iran Melo (UFRPE) Amanda Monteiro (UFRPE) Gustavo Paraiso (UFRPE) Resumo: Este simpósio pretende apresentar uma visão panorâmica sobre a não-binariedade de gênero na língua portuguesa brasileira – suas bases culturais e ideológicas, sua história, seus mecanismos de realização e uma discussão sobre as repercussões desse modo linguístico na Educação. O aparato teórico advém da Linguística Queer e se justifica por se tratar de um momento formativo de potencialização da reflexão-ação para políticas de vida às nossas corpas resistentes em um país necropolítico como o nosso. Título: Pedagogias Queer e Decolonialidades: desconstruções e desestabilizações de corpos/sexos, raça-etnia, gêneros e sexualidades Coordenação: José Amaro Costa (NuQueer-UFRPE) Marcelo Henrique Gonçalves de Miranda Nivaldo Belo dos Santos Resumo: O referido ST tem a finalidade de proporcionar um espaço de debates por meio de pesquisas, relatos de experiências e ensaios que evidenciam descontruir e desestabilizar inteligibilidades binárias na (re)produção de posições hierarquizadas entre “normal/anormal”. “natural/antinatural”, “sadio/enfermo”, “não pecaminoso/pecaminoso”, “colonizador/colonizado”, “branco/preto”, dentre outras posições que reforçam a colonialidade, a cisgeneridade, a cis-heterossexualidade compulsória e a cis-heteronormatividade. Nesse aspecto, privilegiar pedagogias queer e decolonialidades é buscar problematizar e desestabilizar subalternidades performativas e sublinhar resistências às categorizações da colonialidade, dos corpos/sexos, das raças-etnias, dos gêneros e das sexualidades, tendo o propósito de fortalecer e criar espaços mais inclusivos, de aprendizado e respeito com as diferenças/diversidades, além de repensar práticas de ensino, os currículos e as relações de poder nos espaços escolares e nos espaços não escolares. Título: Gênero, sexualidades e linguagens Coordenação: Walter Amaral (Unicap) Ildebrando Lima (Unicap) Resumo: Este simpósio temático pretende agregar trabalhos que analisem as relações de gênero e sexualidades nas mais diversas formas de linguagens, como cinema, música, teatro, artes plásticas entre outras. Compreendemos que, tais formas de manifestações são, ao mesmo tempo, mecanismos nos quais as pessoas constroem e performatizam suas vivências, sentimentos e subjetividades. Neste sentido, buscamos dialogar com pesquisas de diversas áreas do conhecimento, que problematizem os seus objetos de estudos a partir das construções, relações e performatividades de gênero e sexualidades nas variadas formas de linguagens. Título: Pedagogias Queer e Decolonialidades: desconstruções e desestabilizações de corpos/sexos, raça-etnia, gêneros e sexualidades Coordenação: Marcelo Henrique Gonçalves de Miranda (PPGEDUC (CAA/UFPE) Nivaldo Belo dos Santos (PPGEDUC (CAA/UFPE) Resumo: O referido ST tem a finalidade de proporcionar um espaço de debates por meio de pesquisas, relatos de experiências e ensaios que evidenciam descontruir e desestabilizar inteligibilidades binárias na (re)produção de posições hierarquizadas entre “normal/anormal”. “natural/antinatural”, “sadio/enfermo”, “não pecaminoso/pecaminoso”, “colonizador/colonizado”, “branco/preto”, dentre outras posições que reforçam a colonialidade, a cisgeneridade, a cis-heterossexualidade compulsória e a cis-heteronormatividade. Nesse aspecto, privilegiar pedagogias queer e decolonialidades é buscar problematizar e desestabilizar subalternidades performativas e sublinhar resistências às categorizações da colonialidade, dos corpos/sexos, das raças-etnias, dos gêneros e das sexualidades, tendo o propósito de fortalecer e criar espaços mais inclusivos, de aprendizado e respeito com as diferenças/diversidades, além de repensar práticas de ensino, os currículos e as relações de poder nos espaços escolares e nos espaços não escolares. Simpósios Temáticos Virtuais (turno noturno – das 18h30 as 21h30) Título: Gênero e sexualidade na sala de aula: por uma perspectiva interseccional Coordenação: Jomson Teixeira da Silva Filho (UPE) Humberto Soares da Silva Lima (IFAL/UFAL) Resumo: Entendendo as dinâmicas sociais, políticas, culturais e regionais em que a educação é construída e transformada, sabemos que a sua composição por pessoas múltiplas de acordo com os “marcadores sociais da diferença”: raça, gênero, sexualidade, etnia, Pcd, classe social, regionalidade e tantos outros demandam, para além de pensamentos de inclusão, implicam sobretudo em comportamentos de empatia, respeito e equidade. Dessa forma, a educação, nas palavras de hooks (2013), entendida como “prática de liberdade”, consiste em movimentos plurais de identidades e construção de subjetividades, de modo que ideias essencialistas, reducionistas e binaristas precisam ser deixadas de lado, a fim de que todas as manifestações político-identitárias possam ser respeitadas e legitimadas. Nesse sentido, as discussões em torno do gênero e da sexualidade, compreendidas no bojo dos movimentos feministas, da pós-modernidade, dos estudos transviados e das identidades em processo na contemporaneidade, estabelecem diálogos possíveis que podem promover compreensões e entendimentos acerca de vivências de pessoas e/ou grupos socialmente vulneráveis, valorizando, assim, que “a sala de aula, com todas as suas limitações, continua sendo um ambiente de possibilidades” (idem, 2013, p. 273). O ambiente da sala de aula indica um conjunto de processos que evidenciam explosões de saberes, (des)entendimentos, (in)compreensões, problematizações e, principalmente, (des)acordos à luz de questões sociais, políticas e identitárias, pois enxergamos, a partir de pontos de vista coletivos: interseccionalidade e interdisciplinaridade, que o gênero e a sexualidade podem ser pensados na coletividade, deixando de lado um único pensamento sobre o social. Logo, as experiências na sala de aula, onde os acontecimentos são oriundos de discursos e atitudes sexistas, machistas, misóginos, homofóbicos, transfóbicos, leslofóbicos e tantas intolerâncias, contribuem para assumirmos ideias e perspectivas que andem na contra-mão em relação às maneiras de intolerância que são vivenciadas por professores/as e estudantes. Assim, este simpósio intenta reunir pesquisas, de diversos olhares voltados para a educação como prática de liberdade, em que as questões de gênero e sexualidade (por meio de corpos em dissidência) são experienciadas na prática. Título: Coisa de Cinema: Corpos Dissidentes em Projeção Coordenação: Dayanna Louise Leandro dos Santos (UFS) Resumo: Quantos corpos cabem/escapam no roteiro cinematográfico? Quais cores se apresentam vivas e pulsantes na tela do cinema? Compreendida não só como técnica, mas também como arte permeada de cunho ideológico, a “sétima arte” tem produzido narrativas que tensionam o precário campo da cidadania brasileira ao difundir diversas possibilidades de ser e existir através de tramas, dramas, personagens, cortes, fotografias, sons, silêncios e desfechos. Neste sentido, o ingresso no referido simpósio temático será destinado a trabalhos inter e (in)disciplinares considerando diferentes níveis (em andamento e/ou concluídos) e formatos (investigativas, experiências pedagógicas, literárias, intervenções artísticas). A sessão será composta por pesquisas voltadas a problematizar, desafiar e transcender a hegemonia disciplinar branca, cisheteronormativa e colonial, apresentando e festejando construções de outras narrativas fílmicas. Nesta sessão, também são bem-vindos olhares direcionados a "encruza cinematográfica", local de mistura e decantação que nos possibilita estabelecer diálogos entre cinema, gênero e sexualidades articulados com outros marcadores sociais da diferença (padrões corporais, território, classe, geração, raça e etnia, deficiência). Título: Questões de Gênero e Estudos da Linguagem Coordenação: Paulo Roberto de Souza Ramos (UFRPE) Valéria S. Brisolara (UNISINOS) Resumo: As questões de gênero têm ganhado relevância dentro do escopo dos Estudos da Linguagem, aqui tomado como um campo que pode abarcar as várias formas de teorização e aplicação dessas teorias para criação de arcabouços e resolução de problemas sobre e relacionados à língua(gem). Já a utilização de ‘questões de gênero” visa enfocar pontos mais imediatos, ‘visíveis’ ou polêmicos no escopo dos estudos de gênero, compreendendo os estudos queer e a comunidade LGBTQIAPN+. Com isso em mente, este simpósio congrega trabalhos que problematizem questões de/sobre a língua(gem) numa ótica de questionadora e transgressiva de normas vigentes, que abordem questões de gênero, sexo e sexualidade através das diversas formas de manifestação que a língua(gem) assumir, mas em particular, nas formas faladas e escritas. Nesse sentido, são bem-vindos trabalhos sobre identidade(s) Queer, queeritude de textos literários ou não-literários, tradução Queer, aspectos sociais e linguísticos da fala, queerificação da linguística aplicada e a aplicação da linguística; pronúncia e (socio)fonética no escopo dos estudos Queer, entre outros. Título: Produção de Margem de Manobra e Construção de Subjetividades na Experiência da Violência por LGBTQIAP+fobia Coordenação: Bruno Doering (Unicap) Diego Paz (Université Paris 1 – Panthéon Sorbonne) Resumo: O simpósio tem como objetivo reunir trabalhos que abordem a experiência de pessoas LGBTQIAP+ em contextos de violência. Mais especificamente, nosso simpósio refletirá sobre como esses sujeitos têm exercido agência, no sentido de margem de manobra, e construído suas subjetividades a partir de, e em relação com, experiências de violência associadas ao preconceito e à discriminação relacionados à orientação sexual e/ou identidade de gênero – que ganham grande visibilidade social nas últimas décadas, especialmente pelo uso político e acadêmico dos termos “homofobia” e, mais recentemente, “LGBTfobia” ou “LGBTQIAP+fobia”. Partimos da premissa de que é na relação com esse tipo de vivência, sempre concreta ou simbolicamente presente, que as pessoas LGBTQIA+ constroem seus modos de existir no mundo. Essa construção implica em uma negociação constante com as prescrições sociais, principalmente em termos de gênero e sexualidade, e seus efeitos. Essa existência negociada requer modos criativos de ação. Em outras palavras, os modos pelos quais nos organizamos para produzir respostas à esse tipo de violência, ao mesmo tempo coagem, possibilitam formas singulares de construção de si. Ou seja, as violências são práticas que assujeitam e produzem efeitos de subjetivação. Nesse sentido, a agência,– ou “agency”, conceito-chave do feminismo anglo-saxão dos anos 1970, revisitado pela filósofa contemporânea Judith Butler – deve ser entendida como uma “capacidade de agir” ou “margem de manobra”. Nesse sentido, busca-se superar a dicotomia simplista entre dominação e resistência, observando-se nos modos criativos de lidar com as vivências de violência: como a resistência, mas também sua incorporação. Dito de outra maneira, essa capacidade de agir não se limita a ações ou práticas que se opõem visivelmente às normas, mas inclui igualmente as formas de habitá-las. Aceitaremos trabalhos de pesquisa concluídos ou em desenvolvimento. Daremos destaque especialmente a pesquisas ancoradas em estudos empíricos, realizadas na interface entre as ciências sociais e os estudos feministas, de gênero e sexualidade. Além disso, também integraremos relatos de experiência, revisões da bibliografia científica e estudos teóricos que enriqueçam o debate sobre nosso objeto. Serão bem-vindos trabalhos que analisem essas questões em contextos diversos, como trabalho, família, prisões e movimentos sociais – para citar apenas alguns exemplos. COMITÊ CIENTÍFICO Amanda Monteiro (UFRPE) Bruno Doering (UNICAP) Giorge Lando (UPE) Gustavo Paraíso (UFRPE). Iran Melo (UFRPE) COMISSÃO ORGANIZADORA Amanda Monteiro (UFRPE) Bruno Doering (UNICAP) Giorge Lando (UPE) Gustavo Paraíso (UFRPE). Iran Melo (UFRPE)

  • Publicações | Abeth Na Pista

    Revista Brasileira de Estudos da Homocultura Qualis A2 A REBEH publica trabalhos, nos mais diferentes formatos, que discutam as múltiplas dinâmicas envolvidas na produção social do gênero e da sexualidade, desde uma perspectiva interseccional, e com especial atenção para os saberes produzidos pelos e com os sujeitos que habitam o espaço (simultaneamente desafiador e potente) das dissidências sexuais e de gênero. Como periódico científico interdisciplinar, aceitamos contribuições de todas as áreas de conhecimento, produzidas por pessoas de diferentes níveis de formação, segundo a política de cada seção, desde que relacionadas ao escopo da revista. Embora tenha como espaço prioritário de atuação o campo científico brasileiro, a REBEH mira estabelecer pontes de diálogo com a produção internacional, publicando trabalhos originais em português, inglês e espanhol, além de traduções de textos de relevância já publicados. Acesse aqui a página da revista Obras publicadas Acesse e baixe gratuitamente a produção intelectual da ABETH. As obras promovem a democratização do conhecimento científico sobre gênero, sexualidade e interseccionalidade. DOWNLOAD DOWNLOAD DOWNLOAD

  • Abeth

    Associação Brasileira de Estudos da Trans-Homocultura O grupo Estudos de Gênero, Educação e Cultura Sexual da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (Edges/FEUSP) e a Associação Brasileira de Estudos da Trans-Homocultura (Abeth), por meio da ação Abeth na Pista, convidam pessoas engajadas no campo dos estudos de gênero e sexualidade para o: Abeth na pista Encontro de pesquisadories LGBTQIA+ e aliades de São Paulo 19 ABRIL 2024 . 9h às 18h . FEUSP (Butantã) PROGRAMAÇÃO Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo Av. da Universidade, 308 - Butantã, São Paulo - SP 9h ABERTURA Alexandre Bortolini . Cláudia Vianna 9h30 MESA: OS DESAFIOS DA PESQUISA EM GÊNERO E SEXUALIDADE NO BRASIL DE HOJE Denise Carreira . Renan Quinalha . Hailey Kaas . Bruno Nzinga Ribeiro . Lucas Bulgarelli 12h LANÇAMENTO DE LIVROS É pra Falar de Gênero SIM! de Alexandre Bortolini Mágicas dores mínimas, de R. Trevizano dos Santos-Anjos Preâmbulos, de Moisés Guimarães 14h GRUPOS DE DISCUSSÃO AUTOGESTIONADOS AUDITÓRIO A experiência da Universidade Federal do ABC na implementação das reservas de vagas para pessoas Transgêneras, Transexuais e Travestis Rena de Paula Orofino; Alberto Canseco; Bruna Mendes Ensino baseado em simulação para o acolhimento pós-tentativa suicida de uma pessoa no processo transexualizador Vitória Volpe; Aline Silva; Laysa Pedrollo; Lucca Rosa; Manoel Santos; Elton Almeida; Kelly Vedana Lésbica caminhoneira e professora: Uma pedagogia crítica ao regime político heterossexual Luana Sevarolli Assis Mais um dia normal na Universidade: Experiências de preconceito dentro de uma Universidade Pública do Brasil Marcos Lorran Paranhos Leão; Giorge Andre Lando Projeto Direitos Humanos e Educação: Desdobrando no Diálogo sobre Gênero e Sexualidade Jonathan Machado Domingues Diversidade Sexual e de Gênero: epistemologias, corpos e políticas em disputa Andreone Teles Medrado; Gabriel Siquera; Yarlenis M. Malfrán, Paulo C. Endo UFABCuir: corpos dissidentes na academia Pol Iryo Violências na universidade com estudantes LGBTQIAPN+ Jose Amaro da Costa SALA 128 A dominação masculina na roma antiga como princípio jurídico das sanções aos homossexuais no ocidente Bruno de Jesus Roberto As experiências sociais de mulheres LGBTQIA+ presas por tráfico de drogas Joana das Flores Duarte; Fernanda Rafaela Pinheiro Morais Do bendito fruto entre as mulheres! Análise das propostas pedagógicas para a inclusão e inserção de pessoas trans na unidade Chiquinha Gonzaga-Fundação Casa Patricia, del Rios. Linguagem não-binária no Brasil: disputas e tensões em discursos legislativos Gustavo José B. Paraiso; Iran Ferreira de Melo Relações de gênero nas avaliações externas da rede municipal de educação de São Paulo: os enunciados de matemática e a atuação docente em foco Antonio Cesar Pinheiro Educação Linguística, sexualidade e gênero na formação de (futuros) professores de inglês Danilo da Silva Solera SALA 141 Até meu CEP é gay: segregação espacial no Largo do Arouche, São Paulo Luiz Henrique Rubens Pastore Alves de Oliveira O negócio dos entendidos: refazendo os percursos e os trajetos de Néstor Perlongher e Madalena Schwartz Fabio Luiz Silva de Oliveira Preparo dos profissionais de saúde para o atendimento oncológico a população transgênero: construção e validação de um instrumento de avaliação Ruan Nilton Rodrigues Melo; Fernanda Fachetti Xavier de Almeida; Ricardo Souza Evangelista Sant'Ana Residência em área profissional da saúde uni e multiprofissional: análise do panorama das produções científicas do serviço social sobre a inserção e permanência da população LGBTQIA+ no período 2015-2022 Tharles da Silva; Tatiana de Oliveira Lima Trajetórias de ativistas da diversidade sexual e de gênero: efeitos psicossociais e respostas à violência política Gab Siqueira; Antonio Euzébios Filho SALA 147 A palavra que resta e o afeto que perdura: amor às escondidas, violência às claras Matheus Cosmo Problematizando os códigos visuais de gênero pela arte-educação Roney Gusmão Quando as mulheres se tornam monstros: gênero e sexualidade no cinema de terror Ana Elisa Carneiro Muçouçah Realismo fantasmagórico queer em Tsai Ming-liang e Apichatpong Weerasethakul Renato Trevizano dos Santos Recontando memórias transcestrais e fabulando futuros para a comunidade transvestigênere através do teatro Cae Linn Beck da Silva; Daiane Dordete Steckert Jacobs; Ivan Delmanto Franklin de Matos SALA 149 Coletive Cidade Menine: Delineando os primeiros traços de uma organização LGBTQIAPN+ na cidade de Cruzeiro-SP Nádia Regina Leandro dos Reis Coletivo Nós da Diversidade: (re)existência LGBTQIAPN+ no interior do Brasil Celio Silva Meira Estudos sobre bissexualidade no Brasil: um relato pessoal da construção coletiva Inácio Saldanha Movimentos sociais de homens gays: agenciamento e decolonialidade Nilmar José da Silva, Isabela Saraiva de Queiroz Nem homem nem mulher, basco: o mundo colonial, a herança basca e os conflitos identitários de Antonio de Erauso (1592-1650) em Historia de La Monja Alférez. Laís Manoela de Medeiros Souza Queer antiassimilação Flavia Lucchesi 17h APRESENTAÇÃO DOS GRUPOS DE DISCUSSÃO 17h30 ENCERRAMENTO Realizado nas dependências da FEUSP, o evento reuniu mais de 50 pessoas LGBTQIA+ e aliadas, atuantes em instituições públicas, privadas e independentes, que pesquisam sobre as múltiplas dinâmicas envolvidas na produção social do gênero e da sexualidade. A programação contou com uma mesa de abertura, seguida de um painel de especialistas, que reuniu pessoas representativas da pesquisa em gênero e sexualidade em São Paulo. No turno seguinte, foram realizados grupos de discussão autogestionados, dedicados à apresentação de trabalhos e relatos de experiência e à discussão sobre os desafios do nosso campo de pesquisa no Brasil de hoje. Ao todo foram apresentados 30 trabalhos. O evento foi encerrado com uma plenária, com apresentação dos resultados dos grupos.

  • Anais | Abeth Na Pista

    Anais Acesse os anais e obras publicadas dos encontros e eventos promovidos pela ABETH. Esta seção reúne o registro histórico de trabalhos científicos, comunicações e debates que consolidaram as pesquisas em gênero, sexualidade e interseccionalidade no Brasil ao longo dos nossos eventos. Anais do XII Cinabeth Acesse Anais do XI Cinabeth Acesse Anais do X Cinabeh Vol. 1 Acesse Vol. 2 Acesse Anais do IX Cinabeh Acesse Anais do VIII Cinabeh Indisponível Anais do VII Cinabeh Acesse Anais do VI Cinabeh Indisponível

  • Abeth na Pista Rio Grande do Sul | Abeth Na Pista

    Boas vindas O VIII Seminário Integrador do Gese, X Mostra Cultural sobre Diversidade Sexual e de Gênero, Abeth na Pista, é promovido pelo Grupo de Pesquisa Sexualidade e Escola – Gese (FURG), e se configura a partir de uma parceria entre a Universidade Federal do Rio Grande, através dos Programas de Pós Graduação em Educação em Ciências, Educação Ambiental e Educação, do Curso de Especialização em Educação para a Sexualidade e da CAID - Coordenação de Ações Afirmativas, Inclusão e Diversidades; além disso, são parceiras na promoção do evento, a ABETH - Associação Brasileira de Estudos de Trans-Homocultura, do GEERGE - Grupo de Estudos de Educação e Relações de Gênero e do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS, do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Gênero e Sexualidade (NEPGS/IFRS) e do Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Educação, Antirracismo, Gênero e Juventude (GEPEA/IFRS).O tema central deste evento é: gêneros e sexualidades na escola e nos demais espaços educativos. Desta forma, apostamos em análises e discussões sobre as condições contemporâneas implicadas na fabricação dos corpos, gêneros e sexualidades e nos parece oportuno socializar e colocar em discussão as experiências e pesquisas produzidas por profissionais da educação e de outros campos que vêm desenvolvendo estudos que articulam as teorizações dos campos dos Estudos de Gênero, Sexualidade e Educação. Confira a programação Faça sua inscrição Período de inscrição: 01 de agosto a 15 de outubro Modalidade: participante ou apresentação de trabalho Inscrever-se Realização:

  • Notícias | Abeth Na Pista

    Notícias Qualis A2 A REBEH Acesse aqui a página da revista Se você trabalha com educação no Brasil, certamente você já ouviu uma palavra que tem ganhado os holofotes em muitas polêmicas nos últimos anos: GÊNERO. Talvez você tenha conhecido o termo em alguma aula, palestra ou livro que você leu. Talvez essa palavra tenha chegado até você pelas mãos de um especialista ou embalada em fakenews e teorias da conspiração disseminadas na internet. Diante de tanta (des)informação, fica difícil construir um entendimento. O que significa afinal “gênero”? Qual a utilidade desse conceito para a educação escolar? E por que tantas pessoas têm medo de que essa palavra seja usada na escola? A proposta deste livro é responder essas perguntas de forma simples e didática. No primeiro capítulo, vamos rememorar os embates em torno da abordagem desse tema na escola que marcaram os últimos anos. Na sequência, vamos conhecer a origem do conceito de gênero e seus fundamentos científicos. No terceiro capítulo, vamos entender como uma perspectiva de gênero tem sido útil para compreendermos diferentes dinâmicas que atravessam os sistemas de ensino e o cotidiano escolar. No tópico seguinte, trazemos um panorama do quadro legal e normativo da educação brasileira que sustenta e, em muitos casos, recomenda explicitamente uma abordagem de gênero. E por fim, fechamos com uma discussão sobre a importância de falar de gênero na escola como forma de (re)construir a nossa própria democracia. Download Demais informações

  • Quem Somos | Abeth Na Pista

    Quem é a ABETH? Fundada em 2001, a Associação Brasileira de Estudos da Trans-Homocultura é uma associação científica de âmbito nacional, sem fins lucrativos, que reúne pesquisadories LGBTQIA+ e aliades, atuantes em instituições públicas, privadas e independentes, que investigam as múltiplas dinâmicas envolvidas na produção social do gênero e da sexualidade, a partir de uma perspectiva interseccional, e com especial atenção aos conhecimentos produzidos por e com os sujeitos que habitam o espaço (ao mesmo tempo desafiador e potente) das dissidências sexuais e de gênero. Nos últimos 20 anos a ABETH realizou diversos eventos locais e mais de 10 encontros internacionais envolvendo instituições de pesquisa, organizações sociais e poder público. Desde 2018, a ABETH edita a Revista Brasileira de Estudos da Homocultura, hoje um dos mais relevantes periódicos do campo dos estudos de gênero e sexualidade no Brasil, além de apoiar a publicação de livros e a oferta de cursos voltados ao público não especializado. Desde sua fundação, a ABETH integra conselhos de direitos, conferências regionais e nacionais e tem dado contribuição importante na recente retomada dos mecanismos de participação social. Através da defesa da liberdade de produção e circulação de conhecimento, da ciência como fundamento para as políticas públicas, da laicidade do Estado e da autodeterminação dos corpos e das identidades, a ABETH dá sua contribuição não só para a promoção dos direitos de pessoas LGBTQIA+, mas para a construção e consolidação da própria democracia brasileira. Nossa história De 1999 a 2001, Mario César Lugarinho e Carlos Barcellos, professores da Universidade Federal Fluminense (UFF), organizaram, em Niterói (RJ), três encontros científicos anuais em torno do tema “Literatura e Homoerotismo”, a partir dos quais, em 2001, foi fundada a Associação Brasileira de Estudos da Homocultura (ABEH). Esses encontros congregaram cerca de 70 pesquisadories brasileiros e estrangeiros, com o objetivo de promover e difundir pensamentos críticos sobre a diversidade sexual e de gênero. Esses encontros constituíram um importante incentivo aos estudos e às pesquisas nessas temáticas, dando visibilidade a expressões e discursos sobre as sexualidades e gêneros não normativos dentro do campo científico brasileiro. O primeiro presidente eleito da então ABEH foi o Prof. Deneval Siqueira de Azevedo Filho (UFES), que coordenava o Grupo de Estudos Interdisciplinares de Transgressão (GEITES). Sua indicação foi feita ainda na assembleia de Niterói e coube à primeira gestão presidir o I Congresso da ABEH. Nosso primeiro encontro nacional teve como tema “Homocultura e Cidadania” e foi realizado na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), em 2002. Desde então, a cada dois anos se realiza o seu congresso, que ao longo dos anos adquiriu um caráter internacional e vem congregando pesquisadories brasileires e de outras nacionalidades, concretizando-se como oportunidade de intercâmbio e enriquecimento para o trabalho científico, expressos objetivamente por meio de várias publicações que referenciam a evolução do campo ao longo de décadas. A cada congresso realizado, o caráter interdisciplinar da Associação foi ficando mais explícito, de modo que passaram pela sua presidência docentes das áreas de Educação, Comunicação Social, Serviço Social e Psicologia. Em 2022 a associação retificou seu nome, passando a se chamar Associação Brasileira de Estudos da Trans-Homocultura, como uma forma de visibilizar tanto a presença de pesquisadories trans quanto o impacto do transfeminismo em nosso campo científico. Diretoria e Conselhos Presidenta Catarina Dallapicula (UEMG/UFOP) 1ª Secretária Executiva Alexandre Bortolini (MEC) 2ª Secretária Executiva Leonardo Morjan Britto Peçanha (FIOCRUZ) 1ª Secretária Financeira Mário Gomes Ferreira (UEMG) 2ª Secretária Financeira Liliane Cristina Martins (UFMG/CFP) 1ª Secretário Jurídica José Baptista de Mello Neto (UEPB/UFPB) 2ª Secretário Jurídica Clarisse Mack da Silva (UFPB) Conselho Fiscal Alexsandro Rodrigues (UFES) Claudenilson da Silva Dias (UFBA) Marco José de Oliveira Duarte (UFJF) Suplentes Bruna Andrade Irineu (UFMT) João Vitor Rodrigues Gonçalves (FGV) Conselho Técnico-Científico Fabio A G Oliveira (UFF) Jaqueline Gomes de Jesus (IFRJ) Megg Rayara Gomes de Oliveira (UFPR) Patrícia Orfila Barros dos Reis (UFT) Simone Brandão Souza (UFRB) Suplentes Caia Maria Coelho (RIB) Hailey Kaas (USP) Presidências Área de Formação Instituição Presidentas Período Catarina Dallapicula Alexandre Bortolini Jaqueline Gomes de Jesus Bruna Andrade Irineu Luma Nogueira de Andrade Anderson Ferrari Fernando Seffner Leandro Colling Alípio Souza Filho Horácio Costa Bruno Leal Denílson Lopes Deneval Siqueira Educação Educação Psicologia Serviço Social Educação Educação Educação Comunicação Social Ciências Sociais Letras e Literatura Comunicação Social Comunicação Social Letras e Literatura UEMG/UFOP USP IFRJ UFMT UNILAB UFJF UFRGS UFBA UFRN USP UFMG UNB UFES 2026 - 2027 2023 - 2025 2021 - 2023 2019 - 2021 2017 - 2018 2015 - 2016 2013 - 2014 2011 - 2012 2009 - 2010 2007 - 2008 2005 - 2006 2003 - 2004 2001 - 2002

  • Abeth na Pista Brasília

    Associação Brasileira de Estudos da Trans-Homocultura A Associação Brasileira de Estudos da Trans-Homocultura (Abeth), por meio da ação Abeth na Pista, convida pessoas engajadas no campo dos estudos de gênero e sexualidade para o: Abeth na pista Encontro de pesquisadories LGBTQIA+ de Brasília 06 DEZEMBRO 2024 . 9h às 18h . UNB INSCREVA-SE Sobre o evento O objetivo do encontro é reunir pessoas que atuam no campo dos estudos de gênero e sexualidade, com foco em questões que envolvem a experiência de sujeitos LGBTQIA+, para debater os desafios atuais da pesquisa nestes temas, diante de um contexto político ainda bastante incerto. Haverá também espaço para apresentações de trabalho em grupos de discussão autogestionados. O evento é gratuito e aberto a qualquer pessoa interessada e integra o processo de mobilização para o Congresso Internacional da Abeth, que acontecerá em Brasília em 2025. Apresentações de trabalho A apresentação de pesquisas e relatos de experiência será feita em GRUPOS DE DISCUSSÃO AUTOGESTIONADOS, ou seja, as próprias pessoas participantes do grupo terão de organizar a dinâmica de falas e a gestão do tempo. Diferente de encontros convencionais, a exposição do trabalho ou experiência individual não é um fim em si mesma, mas apenas um ponto de partida para a construção de um diálogo entre todo o grupo. Como resultado desse diálogo, cada grupo deve, por um lado, evidenciar que fenômenos vêm sendo estudados pelo conjunto das pessoas participantes, a partir de que referenciais e metodologias e, por outro, discutir os principais desafios ao desenvolvimento de pesquisas na área de gênero e sexualidade hoje. Os trabalhos serão distribuídos em até três grupos, por afinidade temática. Os grupos de discussão acontecem no dia 06/dezembro, das 13h às 17h, com apresentação de resultados logo em seguida. A atividade será realizada em salas de aula comuns e não serão disponibilizadas ferramentas para as apresentações (como projetor, som, etc). PROGRAMAÇÃO Instituto de Ciências Humanas - Auditório Módulo 24 - ICC Norte 9h ABERTURA Alexandre Bortolini - Bruna Andrade Irineu - Kaic Ribeiro 9h30 MESA: OS DESAFIOS DA PESQUISA EM GÊNERO E SEXUALIDADE NO BRASIL DE HOJE Andrey Lemos - Silvia Badim - Lucci Laporta - Cristiano Lucas Ferreira - Ana Artoni 12h LANÇAMENTO DE LIVROS Diversidade no Contexto Escolar: Problematizações a partir dos marcadores de gênero, sexualidade e raça - Iracilda Pimentel, Fabrício Santos e Cleverson Domingos (ORG) É pra Falar de Gênero SIM! Fundamentos legais e científicos da abordagem de questões de gênero na educação - Alexandre Bortolini 14h GRUPOS DE DISCUSSÃO AUTOGESTIONADOS Sala 04 Módulo 26 O mundo Queer sai às ruas: a imagética Queer na arte urbana Carolina Beatriz Lessa Monteiro “Amor em tempos de ódio: saúde e cuidado” Lusa Fontoura Portuguez, Kayodê da Silva Silvério, Gabriel Pimentel Ser Trans no Brasil e sobreviver a margem das políticas publicas Bel Silva Rede Transpassar: Casa de Esperançar para Pessoas Trans no DF Kai Costa Machado Experiências e resistências: olhares das pessoas trans na Penitenciária Feminina do Distrito Federal Priscila Ramos de Moraes Rego, Rodrigo Pires O ser social à luz da ser-outra Tábata Berg Sala 05 Módulo 26 Trajetória dos Direitos LGBTI+ em Fortaleza: Uma Análise das Políticas Públicas nas Gestões de Luizianne Lins (PT), Roberto Cláudio (PDT) e Sarto Nogueira (PDT) de (2005-2020). Tibério Lima Oliveira Direitos humanos antigênero: a revisão da racionalidade dos direitos humanos pelo governo Bolsonaro nas políticas LGBTI+ (2019-2022) Gustavo Miranda Coutinho Entre mulheres: a divisão do trabalho de cuidado em relacionamentos lésbicos Iany Macedo Brum Cidadania plena: a política de Trabalho Digno para pessoas LGBTQIA+ Mukaíla Manika Pereira Braga PERCEPÇÃO DA COMUNIDADE LGBTQIA+ QUANTO AO ACESSO AOS SERVIÇOS DE SAÚDE DO MUNICÍPIO DE FORTALEZA-CE Francisco Rodrigo Paiva dos Santos, Marco Túlio Aguiar Mourão Ribeiro Auditório Módulo 24 A PRESENÇA DA DIVERSIDADE SEXUAL E DE GÊNERO NA PRODUÇÃO TEÓRICA DO SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA Isadora Ramos dos Santos; Hayeska Costa Barroso Fé na Educação: Projeto de poder evangélico e políticas educacionais Cristiano Lucas Ferreira; Erlando da Silva Rêses Corpos trans e violência institucional na Educação Básica: uma perspectiva dissidente Héctor Luis Baz Reyes Ativismo institucional nas políticas públicas para educação em gênero e sexualidade no Distrito Federal Cleverson de Oliveira Domingos O FUNK PROIBIDO E O ‘CONSENTIDO’ NO ESPAÇO ESCOLAR DO IFMA-CCH: a Barbie mutada na segunda edição dos Diálogos Coloridos Gerson Carlos Pereira Lindoso Corpos divergentes na sala de aula: qual o espaço de docentes trans? Kaleb Giulia R. Salgado, Iasmin E. S. dos Santos Rodrigues 17h APRESENTAÇÃO DOS GRUPOS DE DISCUSSÃO 17h30 ENCERRAMENTO

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